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29
Out
Financiamento imobiliário com taxas menores

No último mês os brasileiros viram a queda na taxa Selic (a taxa básica de juros da economia) embalar uma movimentação também nos bancos do país.

A nova rodada de redução do custo para o financiamento da casa própria chegou a 5,50% ao ano e com perspectiva de que poderá encerrar 2019 abaixo de 5%.

Com essas quedas na taxa básica de juros, grandes bancos privados baixaram suas taxas e disputam com a Caixa Econômica Federal o mercado de compra de imóveis – o crédito imobiliário tem a preferência dos grandes bancos porque serve para construir um relacionamento de longo prazo com os clientes.

É importante destacar que essas taxas não estão aplicadas quando a compra é somente de terrenos – apenas na Caixa o cliente terá a opção de fazer o financiamento do terreno e da construção da casa em conjunto.

Então, para a conquista do seu sonho imobiliário, pesquise e coloque tudo na ponta do lápis. Vale lembrar que os juros cobrados variam de acordo com o nível de relacionamento entre cliente e banco e do perfil de crédito do tomador.

Entenda as regras do FGTS para comprar imóvel

- É necessário ter no mínimo três anos de trabalho sob regime do FGTS, não possuir financiamento no SFH e não ser dono de imóvel;

- Empréstimos que permitem uso de saldo do FGTS para entrada ou amortização eram limitados a imóveis de até R$ 950 mil em São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Distrito Federal. Para o restante do país, o valor máximo é de R$ 800 mil;

- A partir de janeiro deste ano, esse limite foi ampliado para R$ 1,5 milhão em todo o país;

- Os empréstimos do Sistema Financeiro de Habitação têm taxa de no máximo 12% ao ano, com atualização pela TR (Taxa de Referência);

- Não é permitido uso do saldo para reformar ou ampliação, nem para aquisição de material de construção ou compra de imóvel comercial ou para familiares e dependentes.

Fontes: Folha e InfoMoney.